O samurai e a ninja
Em 1579, um africano escravizado chega a Quioto levado por portugueses que estão no Oriente para tratar de negócios. O líder local se interessa pelo jovem negro, que é alforriado e se torna um samurai: Yasuke. Ele se envolve nas guerras do Japão feudal – e sua história se cruza com a de Naoe, uma camponesa transformada em ninja.
Assassin’s Creed Shadows. Lançamento dia 20/3, para PlayStation, Xbox e PC. R$ 350.
O dia em que Eva decidiu morrer
Aos 74 anos, com a saúde debilitada após um AVC, uma professora chamada Eva viajou para a Suíça, onde se submeteu a um procedimento de “morte voluntária assistida”. Neste livro sensível e impactante, o jornalista Adriano Silva (diretor de redação da Super entre 2000 e 2004) conta essa história real – e mergulha nas discussões médicas, éticas e políticas sobre o direito de encerrar a própria vida.
Os monstros de Hitler
Além de uma pseudociência racista, que pregava a suposta superioridade da raça ariana sobre as demais, o arcabouço ideológico dos nazistas também incluía um lado espiritual: a ariosofia, ou “sabedoria dos arianos”, que juntava elementos místicos e rituais ocultistas. Neste livro, o historiador americano Eric Kurlander investiga as origens dessa crença esotérica – e explica como ela adotou a suástica, até então um símbolo tibetano, como seu logotipo.

O incidente de 1957
No dia 10 de outubro daquele ano, um reator nuclear da usina de Windscale, no norte da Inglaterra, ficou em chamas por três dias, liberando partículas radioativas que se espalharam pela Europa. Este game imagina o que teria acontecido se o reator explodisse – transformando a região numa zona de quarentena, habitada por tribos e animais mutantes.
Atomfall. Lançamento dia 27/3, para PlayStation, Xbox e PC. US$ 60 (grátis no serviço Xbox Game Pass).
Sociopata: minha história
“Sou mentirosa. Sou ladra. Sou capaz de quase qualquer coisa”, diz a escritora e psicóloga americana Patric Gagne, de 48 anos, nesta autobiografia em que faz uma revelação incomum: ela é sociopata. No livro, Gagne explica essa condição (cujo nome técnico é transtorno de personalidade antissocial), que a impede de sentir empatia por outras pessoas – e conta como isso não a impediu de casar e ter dois filhos.