A estatal Rosatom, responsável pelo programa espacial russo, construiu um propulsor que expele jatos de plasma (gás eletricamente carregado) a 100 quilômetros por segundo: é 30 vezes mais veloz do que os foguetes tradicionais, movidos a combustível químico.
Por outro lado, seu empuxo ainda é minúsculo, apenas 6 newtons (o foguete químico Starship, da SpaceX, alcança 73 milhões de newtons). Mas a ideia é que os propulsores de plasma sejam usados em conjunto com foguetes tradicionais, para acelerar as naves quando elas já estiverem no espaço.
Segundo a Rosatom, isso permitiria chegar a Marte em 30 dias (viagem que hoje leva seis meses).
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O protótipo russo será testado numa câmara de vácuo, com 14 metros de altura e 4 metros de diâmetro, que simula as condições do espaço e foi construída num laboratório da empresa em Troitsk, a 50 quilômetros de Moscou.
A Nasa também persegue essa tecnologia, com o projeto Pulsed Plasma Rocket (PPR), que ainda está em fase conceitual.